Imagem possui título acima de fundo com calculadora e calendário.
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Como de costume, o tema IPTU se torna centro das discussões no início do ano, entre elas, surgem dúvidas a respeito dos valores e as opções disponíveis para quitar essa obrigação.

 

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um imposto municipal, cobrado anualmente pela Prefeitura de Belo Horizonte, que incide sobre imóveis urbanos, como casas, apartamentos, salas, lojas, lotes etc. Seu valor é definido por um cálculo baseado nos critérios: Valor Venal do imóvel, localização, tipo de imóvel, área construída e padrão de construção.

 

As alíquotas variam de acordo com os critérios citados, e habitualmente seguem padrões que os menores valores correspondem a imóveis residenciais, seguidos de propriedades comerciais ou não residenciais e lotes vagos com os valores mais altos, como incentivo ao uso do solo urbano.

 

As condições de pagamento que a Prefeitura de Belo Horizonte disponibiliza para imóveis localizados no município são as seguintes:
  • Pagamento integral até o dia 30/01: Desconto de 7% no valor total;
  • Pagamento parcelado em 11 vezes: 1ª parcela vence em 15/02.

 

O carnê é recebido impresso pelo proprietário, titular do domínio útil ou possuidor do imóvel, e também pode ser acessado on-line, pela emissão da Guia de Pagamento, via site da Prefeitura. Atrasos ou falta de pagamentos podem gerar multas e juros de até 5% do valor integral, inscrição em dívida ativa, protesto em cartório e, em último caso, até execução fiscal.

 

Mas afinal, compensa mais parcelar ou pagar à vista?

 

Na prática essa pergunta acontece apenas quando existe a possibilidade de quitar o valor integralmente, e nesse caso, a resposta seria: dificilmente seu dinheiro renderá 7% ao ano, por isso o pagamento integral ainda em janeiro faz sentido.

 

Porém não há uma resposta certa, exatamente por não existir um cenário “errado”. Quando o pagamento está sendo feito, são somente condições diferentes, que precisam ser escolhidas conforme necessidades e possibilidades, que são individuais.

 

Caso o responsável pelo pagamento priorize fluxo de caixa, o parcelamento é uma boa escolha, porque seu valor não comprometeria tanto quanto o total. No final das contas (literalmente), o que mais vale a pena é realizar o pagamento sem atrasos, para não resultar em gastos a mais.